No último dia de fevereiro de 2024, um dia que só existe em ano bissexto, o LinkedIn e a Edelman publicaram a edição anual do relatório que mede o efeito do conteúdo de liderança sobre a compra B2B. Uma linha passou quase sem comentário: só 15% dos decisores classificaram como muito bom ou excelente o que leem.10 Todo mundo publica. Pouca gente é lembrada.
Este estudo parte dessa distância. A Kaleidos cruzou dados públicos do LinkedIn, da Edelman, do Ehrenberg-Bass Institute, da ACEA e da Archrival para responder a uma pergunta de negócio: por que a confiança saiu da marca da empresa e foi morar na pessoa que a representa. E o que fazer com isso sem transformar o fundador em influenciador.
No B2B, a venda de amanhã é decidida pela memória construída hoje, com quem ainda não precisa de você.
dos compradores B2B em potencial não estão prontos para comprar hoje.1
Fonte: LinkedIn B2B Institute, regra 95-5, com base em pesquisa do Ehrenberg-Bass Institute
95 em 100 ainda não estão comprando. Os 5 em rosa são o mercado de hoje.
A regra 95-5 nasceu de uma conta de ciclo. Serviços B2B não se trocam toda semana. Segundo o LinkedIn B2B Institute, 80% das empresas trocam de serviço bancário uma vez a cada cinco anos.2 Em qualquer momento, só uma fatia pequena do mercado está de fato escolhendo fornecedor. O resto está trabalhando, lendo e formando opinião sem saber que vai precisar de alguém.
80% das empresas trocam de serviço bancário uma vez a cada 5 anos.2
O anúncio de conversão fala com os 5%. Tudo o que decide quem entra na lista curta dos outros 95% acontece antes, sem formulário e sem atribuição. A pergunta útil deixa de ser como converter quem já procura. Passa a ser quem vai estar na cabeça do comprador no dia em que ele começar a procurar.
“95% dos seus compradores em potencial não estão prontos para comprar hoje.”
A confiança institucional está em queda, mas não sumiu. Ela encurtou a distância. E no digital, distância curta tem nome e sobrenome.
O Edelman Trust Barometer 2025 ouviu mais de 33 mil pessoas em 28 países, entre 25 de outubro e 16 de novembro de 2024. O retrato é de desconfiança ativa, com um alvo claro: quem fala de cima.
dos entrevistados temem que autoridades do governo, líderes empresariais e jornalistas os enganem deliberadamente. São 11 pontos a mais que em 2021.3
Fonte: Edelman Trust Barometer 2025 · 2025-01-19
No mesmo levantamento, o empregador segue como a instituição mais confiável, com 75% de confiança entre funcionários, mesmo depois de cair 3 pontos.4 A leitura da Kaleidos: as pessoas não pararam de confiar. Pararam de confiar no que está longe. Confiam no que conhecem de perto, e o comprador B2B conhece de perto quem lê toda semana.
Temem ser enganados por líderes
69%
Confiam no próprio empregador
75%
“Ao longo da última década, a sociedade passou do medo para a polarização, e da polarização para o ressentimento.”
A logo encolhe, a rede cresce
No LinkedIn, a conta foi feita pela própria plataforma. Em 2017, o time de marketing do LinkedIn mostrou que as redes dos funcionários têm, em média, 10 vezes mais conexões do que os seguidores da página da empresa.5 E que o mesmo conteúdo, compartilhado por um funcionário, tem o dobro da taxa de clique: cerca de 1% contra 0,5%.6
Conteúdo de liderança não é branding abstrato. Ele abre porta comercial e faz o comprador duvidar do fornecedor que parecia garantido.
O relatório B2B do LinkedIn com a Edelman mede o que acontece depois da leitura. Os números mais fortes não falam de alcance. Falam de comportamento de compra.
Mais receptivos a contato comercial de quem publica conteúdo de qualidade com consistência7
90%
Pesquisaram um produto ou serviço que não estavam considerando por causa de um conteúdo8
75%
Executivos C-level que, ao menos ocasionalmente, já questionaram um fornecedor atual9
70%
Nove em cada dez decisores dizem ficar mais abertos à abordagem de quem publica bem e com regularidade. Três em cada quatro já foram pesquisar algo que não estava no radar por causa de um texto. Para o vendedor, isso muda a primeira ligação: ela deixa de ser fria.
O número que mais interessa a quem vende não é o de 90%. É o de 70%. Conteúdo bom faz o executivo duvidar do fornecedor que já tem. Para quem é desafiante num mercado, esse é o canal inteiro.
Há um detalhe de autoria que o relatório não mede e que a prática confirma: o conteúdo que sustenta essa leitura quase sempre tem assinatura. Um diagnóstico sobre o próprio mercado pesa diferente quando vem de quem opera nele, com nome e histórico conferíveis.
A barreira não é aparecer. É qualidade. E o espaço está aberto justamente porque a média é fraca.
dos decisores classificam como muito bom ou excelente o conteúdo de liderança que consomem. Menos da metade diz que é bom.10
Fonte: 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report · 2024-02-29
“muito bom ou excelente”: 15 em 100.10
0%
citam pesquisa e dados fortes como a principal marca de um conteúdo de liderança de qualidade.11
Fonte: 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
O mesmo relatório diz o que separa os 15% do resto. Pesquisa e dados fortes lideram a lista, citados por 55% dos decisores como a principal característica de um conteúdo de qualidade.11
Isso reorganiza o trabalho. O post genérico do fundador sobre resiliência não entra nos 15%. Entra o que só quem opera sabe: o número do próprio setor, a decisão que a empresa tomou e o porquê, o erro que custou um trimestre. A matéria-prima do conteúdo que funciona já existe dentro da empresa. Falta alguém transformar em texto toda semana.
Founder brand atrapalha quando a atenção sobre a pessoa se descola do que a empresa vende. O risco não está na exposição. Está na concentração.
Poucas empresas no mundo têm a imagem tão colada à do fundador quanto a Tesla. Em 2025, num ano em que Elon Musk ocupou o centro do noticiário político, os registros de carros novos da marca na União Europeia caíram de forma acentuada.
2024
242.436 carros
2025
150.504 carros
−37,9%
Registros de carros novos da Tesla na União Europeia, janeiro a dezembro.12
| A marca do fundador ajuda quando | A marca do fundador atrapalha quando |
|---|---|
| o conteúdo nasce da operação da empresa | o conteúdo vira sobre a pessoa |
| a opinião pública fica dentro do mandato do negócio | a opinião fora do mandato vira pauta da marca |
| a empresa tem mais de um rosto reconhecível | um único rosto concentra toda a confiança |
| a tese do fundador é a tese do produto | a demanda some se o fundador sair ou se calar |
A pergunta prática para qualquer empresa com fundador visível: se ele ficasse seis meses sem publicar, a demanda seguiria? Se a resposta for não, o trabalho não é fazer o fundador falar menos. É fazer mais gente da empresa falar com a mesma tese.
O fundador precisa de educação, não de audiência. O formato do influenciador genérico está em fadiga até entre os jovens que o criaram.
Na segunda parte da série em que a Vogue investigou como a Geração Z quebrou o funil de marketing, publicada em 17/11/2025, a agência Archrival ouviu 750 jovens americanos de 16 a 28 anos. O recorte é consumo, não B2B. Mesmo assim, o sinal atravessa mercados: o público mais nativo das redes cansou do formato que as redes premiaram.
Geração Z nos EUA, 16 a 28 anos
Fonte: Archrival para a Vogue, Gen Z Broke the Marketing Funnel Part II · 2025-11-17Fundador e criador de conteúdo dividem uma área comum: os dois geram demanda e confiança. O resto é diferente. O criador vive de atenção, distribuição e comunidade. O fundador vive de educar o mercado sobre problemas reais, explicar trade-offs e destravar a decisão de compra. Quem não quer virar influenciador não precisa. Precisa ocupar só a parte do meio.
Fundador
educação: problema, trade-off, decisão
Zona comum
demanda + confiança
Criador
audiência: atenção, distribuição, comunidade
“Na prática, existem dois jeitos diferentes de tocar uma empresa: o modo fundador e o modo gestor.”
O ensaio de Graham é sobre gestão, mas explica por que a marca do fundador funciona quando funciona. O fundador está perto demais da operação para ser substituído por um porta-voz. Essa proximidade é o ativo. Antes do primeiro post, a pergunta que a Kaleidos faz é simples: o que a operação desta empresa ensinou esta semana que o cliente dela precisa saber?
A marca pessoal de um fundador não depende de talento para câmera. É um sistema: uma tese, um canal que cabe na rotina, uma ligação clara com a oferta e uma métrica que interessa à venda.
Passo 1
Uma tese que a pessoa e a empresa sustentam juntas.
Uma frase sobre o mercado que o fundador defenderia num almoço e que o produto prova na prática. Tudo o que é publicado volta a ela.
Passo 2
Um canal que cabe na rotina real.
X, LinkedIn e newsletter pedem pouca exposição de rosto e aceitam que a produção seja delegada, com o fundador na tese e na aprovação. Vídeo pede presença toda semana. A pergunta decisiva não é qual canal performa mais. É qual rotina a pessoa consegue sustentar por um ano.
Passo 3
Cada conteúdo liga a uma oferta.
Conteúdo que não aponta para nada gera audiência e nenhuma reunião. Cada peça precisa responder a que problema do cliente ela se conecta e qual serviço resolve esse problema.
Passo 4
Mais de um rosto, e uma métrica de venda.
Diretores e especialistas publicando com a mesma tese reduzem a concentração do capítulo 5 e multiplicam a rede do capítulo 2. A medição olha para reuniões originadas, ciclo de venda e cliente que chega já convencido. Curtida é sinal, não resultado.
Kaleidos
173 mil
seguidores no Instagram do Investidor 4.20, cliente de conteúdo da casa
Kaleidos
177 mil
seguidores no Instagram da Laylä Föz, cliente de conteúdo da casa
Resultados de clientes específicos, em seus próprios contextos e janelas. Contagens de seguidores apuradas diretamente nos perfis em 08/2026. São marcas pessoais de criadores de conteúdo, e entram aqui como prova de operação contínua de marca pessoal, não como caso de founder brand B2B. — Resultados de clientes específicos, em seus próprios contextos e janelas. Defiverso apurado em prints do Instagram Insights e do painel Beehiiv; contagens de seguidores apuradas diretamente nos perfis em 08/2026.
Durante anos, o marketing B2B mediu o que era fácil de medir: impressão, clique, lead. A confiança ficou fora da planilha e mudou de endereço sem avisar. Hoje ela tem nome, sobrenome e histórico público.
A escolha é de cada empresa. Continuar polindo a logo para os 5% que já estão comprando, ou decidir quem vai ser lembrado pelos outros 95%, e com qual tese.
PessoaTeseSistema
Esta é a primeira parte de uma série em dois estudos. O mercado cripto construiu marca em cima de rostos, e rostos destruíram confiança em escala. O que sobra depois disso.
Leia a Parte II: Cripto quebrou a confiança. E agora?.
Fontes e método16 itens
Todos os números externos desta página têm fonte, link, data de publicação e data de acesso (14/09/2026) no arquivo de dados que acompanha o estudo. Nenhum número sobre a Kaleidos aparece aqui fora da lista de prova documentada da casa.
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LinkedIn B2B Institute · 95-5 Rule (Ty Heath), com base em pesquisa do Ehrenberg-Bass Institute
A01 · 95 % · dos compradores B2B em potencial não estão prontos para comprar hoje · publicado sem data na página · acessado 2026-09-14
Trecho: “95% of your potential buyers aren't ready to buy today. These 95% are 'out-market' today, but will be 'in-market' sometime in the future.” — A página não expõe data de publicação. Ideia popularizada a partir de 2021. - 02
LinkedIn B2B Institute · 95-5 Rule, citando pesquisa conjunta com o Ehrenberg-Bass Institute
A02 · 80 % · das empresas trocam de serviço bancário uma vez a cada 5 anos · publicado sem data na página · acessado 2026-09-14
Trecho: “75% of companies buy computers once every 4 years, 80% of companies change banking services once every 5 years, and even in B2C, 90% of consumers buy new cars every 10 years.” - 03
A03 · 69 % · temem que governo, líderes empresariais e jornalistas os enganem deliberadamente · publicado 2025-01-19 · acessado 2026-09-14
Trecho: “69 percent of respondents worry government officials, business leaders and journalists deliberately mislead them” — Alta de 11 pontos desde 2021. Amostra: 33 mil+ respondentes em 28 países, campo de 25/10 a 16/11/2024. A página em edelman.com responde 403 a leitura automatizada; o comunicado é o texto oficial da Edelman. - 04
Edelman · 2025 Edelman Trust Barometer (comunicado oficial de lançamento)
A04 · 75 % · de confiança dos funcionários no próprio empregador, a instituição mais confiável · publicado 2025-01-19 · acessado 2026-09-14
Trecho: “75 percent trust among employees” — Queda de 3 pontos em relação ao ano anterior. - 05
LinkedIn Marketing Blog · The Real Value of Your Employees' Social Media Reach (Kitty O'Connell)
A06 · 10 x · mais conexões nas redes dos funcionários do que seguidores na página da empresa · publicado 2017-06-01 · acessado 2026-09-14
Trecho: “Employee networks have, on average, 10 times as many connections as a company's Company Page followers.” — Dado de 2017. Usar como ordem de grandeza, nunca como taxa atual. A copy já traz essa ressalva. - 06
LinkedIn Marketing Blog · The Real Value of Your Employees' Social Media Reach (Kitty O'Connell)
A07 · 2 x · a taxa de clique do mesmo conteúdo quando compartilhado por funcionário (cerca de 1% contra 0,5%) · publicado 2017-06-01 · acessado 2026-09-14
Trecho: “Employee shares tend to have 2 times the CTR of corporate shares, even when it's the exact same content.” — Mesma página: CTR de ~0,5% em post da empresa e ~1% em compartilhamento de funcionário. Dado de 2017. - 07
LinkedIn × Edelman · 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
A08 · 90 % · dos decisores e executivos C-level ficam mais receptivos a contato comercial de quem publica conteúdo de liderança de qualidade com consistência · publicado 2024-02-29 · acessado 2026-09-14
Trecho: “9 in 10 decision-makers and C-suite executives say they are moderately or very likely to be more receptive to sales or marketing outreach from a company that consistently produces high-quality thought leadership.” — Trecho literal do PDF oficial do relatório. O PDF imprime “9 in 10”, não “90%”: o 90 da barra é arredondamento e a copy diz “nove em cada dez”. Escala de 4 pontos, top 2 box (moderately likely ou very likely). Decisores e C-level, média de 7 países. - 08
LinkedIn × Edelman · 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
A09 · 75 % · pesquisaram um produto ou serviço que não consideravam por causa de conteúdo de liderança · publicado 2024-02-29 · acessado 2026-09-14
Trecho: “75% of decision-makers, including members of the C-suite, say that thought leadership has prompted them to research products or services they had not previously considered.” - 09
LinkedIn × Edelman · 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
A10 · 70 % · dos executivos C-level já questionaram, ao menos ocasionalmente, um fornecedor atual por causa de conteúdo de liderança · publicado 2024-02-29 · acessado 2026-09-14
Trecho: “70% of C-suite leaders say that a piece of thought leadership had at least occasionally led them to question whether they should continue working with an existing supplier.” — Trecho literal do PDF oficial do relatório. O qualificador “at least occasionally” (ao menos ocasionalmente) é parte da pergunta e não pode ser suprimido. Escala de 5 pontos, top 2 box (occasionally ou often). C-level, média de 7 países. - 10
LinkedIn × Edelman · 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
A12 · 15 % · dos decisores classificam como muito bom ou excelente o conteúdo de liderança que consomem · publicado 2024-02-29 · acessado 2026-09-14
Trecho: “Only 48% say the overall quality of thought leadership they read is good. · 15% say the quality is very good or excellent.” — Trechos literais do PDF oficial do relatório. Os 15% são top 2 box de uma escala de 7 pontos e somam “very good” e “excellent” — por isso a copy diz “muito bom ou excelente”, nunca só “muito bom”. Decisores, média de 7 países. - 11
LinkedIn × Edelman · 2024 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report
A13 · 55 % · dos decisores citam pesquisa e dados fortes como a principal característica de um conteúdo de qualidade · publicado 2024-02-29 · acessado 2026-09-14
Trecho: “55% of decision-makers cited "strong research and data" as top characteristic of quality content” — Frase extraída da página por leitura automatizada. Conferir o texto literal antes de publicar. - 12
A14 · -37,9 % · nos registros de carros novos da Tesla na União Europeia em 2025 (150.504 contra 242.436 em 2024) · publicado 2026-01-27 · acessado 2026-09-14
Trecho: “Tesla 2.2 3.5 21,485 31,567 -31.9 1.4 2.3 150,504 242,436 -37.9 (tabela por fabricante, União Europeia: % share dez/25, dez/24, unidades dez/25, dez/24, % change, % share jan-dez/25, jan-dez/24, unidades jan-dez/25, jan-dez/24, % change)” — Na soma UE + EFTA + Reino Unido, a queda foi de 26,9% (238.656 contra 326.525). A ACEA não atribui causa; a copy não pode atribuir a queda só ao fundador. - 13
Vogue × Archrival · Gen Z Broke the Marketing Funnel Part II: What Now?
A16 · 68 % · da Geração Z nos EUA diz que influenciadores estão mais chatos do que costumavam ser · publicado 2025-11-17 · acessado 2026-09-14
Trecho: “a full 68 per cent of Gen Zs say "influencers are more boring than they used to be".” — Pesquisa própria da Archrival: 750 Gen Z (16 a 28 anos) e 250 millennials. Recorte de consumo, não B2B; a copy declara isso. A Parte II saiu na vogue.com (não na Vogue Business); a data de publicação está no HTML da página (datePublished 2025-11-17). - 14
Vogue × Archrival · Gen Z Broke the Marketing Funnel Part II: What Now?
A17 · 70 % · da Geração Z nos EUA acha que influenciadores são básicos e todos iguais · publicado 2025-11-17 · acessado 2026-09-14
Trecho: “70 per cent of Gen Zs agree that "influencers are basic; they all have similar aesthetics, POVs and ways of communicating".” - 15
KALEIDOS_PROOF · code/site-kaleidos/src/lib/metrics.ts (print public/marca-pessoal/prints/ig-lucas-amendola.png)
A18 · 173 mil seguidores · seguidores no Instagram do Investidor 4.20, cliente de conteúdo da casa · publicado 2026-08-08 · acessado 2026-09-14
Trecho: “lucasInstagram: value "173 mil", label "seguidores no Instagram do Investidor 4.20, cliente de conteúdo da casa"” — Prova Kaleidos. Renderizar sempre com PROOF_NOTE. Estado atual, nunca crescimento: a baseline não tem fonte. - 16
KALEIDOS_PROOF · code/site-kaleidos/src/lib/metrics.ts (apuração direta em @laylafoz)
A19 · 177 mil seguidores · seguidores no Instagram da Laylä Föz, cliente de conteúdo da casa · publicado 2026-08-08 · acessado 2026-09-14
Trecho: “laylaInstagram: value "177 mil", label "seguidores no Instagram da Laylä Föz, cliente de conteúdo da casa"” — Prova Kaleidos. Renderizar sempre com PROOF_NOTE. Grafia com trema é da própria cliente.
Imagens
- Homem sentado numa biblioteca, de costas, lendo um livro diante de uma janela ampla. Foto: Cemrecan Yurtman / Unsplash
- Fachada de vidro de um edifício corporativo vista de baixo para cima, sem marca visível. Foto: Panos Katsigiannis / Unsplash
- Pessoas sentadas em volta de uma mesa de reunião, olhando para quem apresenta. Foto: Christina @ wocintechchat.com M / Unsplash
- Pilha de jornais recém-impressos e amarrados na escada de entrada de um prédio. Foto: Markus Spiske / Unsplash
- Microfone sozinho num palco vazio, iluminado por quatro refletores ao fundo. Foto: Redd Francisco / Unsplash
- Ring light apagado num ambiente escuro, sem ninguém na frente. Foto: Maria / Unsplash
- Caderno fechado com uma caneta em cima, sobre mesa de madeira iluminada pela luz da janela. Foto: Kelly Sikkema / Unsplash










