
Como a Base virou uma das maiores L2 do mercado cripto.
A L2 que cresceu com público já comprado
Onde a maioria dos projetos cripto começa gritando pra um deserto, a Base começou com a plateia já sentada: cento e dez milhões de clientes verificados da Coinbase do outro lado da ponte. Um estudo de como uma empresa de capital aberto usou marca, campanha e narrativa pra converter clientes de uma corretora em cidadãos de uma rede, o que deu certo, o que colapsou no caminho, e o que sobrou de pé.
Resumo
Onde a maioria dos projetos cripto começa gritando pra um deserto, a Base começou com a plateia já sentada: aproximadamente 110 milhões de clientes verificados da Coinbase do outro lado da ponte, antes de gastar um dólar em mídia. O estudo mostra como uma empresa de capital aberto usou essa vantagem injusta de distribuição com marca, campanha e narrativa pra converter clientes de corretora em cidadãos de uma rede. Os marcos: a Onchain Summer fazendo 700 mil NFTs em 23 dias com Coca-Cola e Atari, o Buildathon com 7.500 builders e 1.250 projetos, e a TVL saindo de cerca de US$ 50 mi pra US$ 5,58 bi, virando a 2ª maior L2, com 87,2% da receita de sequencer da Superchain (Messari). Não maquia o que travou: dois anos sem token (TGE) viraram combustível e tensão ao mesmo tempo. Vale ler porque expõe acertos e rachaduras no mesmo nível.
- A vantagem injusta da distribuição: ~110 milhões de usuários verificados da Coinbase antes de gastar um dólar em mídia
- Onchain Summer: 700 mil NFTs em 23 dias (Coca-Cola, Atari) e o Buildathon com 7.500 builders e 1.250 projetos
- Os números do arco: TVL de ~US$ 50 mi pra ~US$ 5,58 bi (#2 L2), 87,2% da receita de sequencer da Superchain (Messari)
- O vácuo do token: dois anos sem TGE como combustível e tensão, com as rachaduras expostas no mesmo nível dos acertos