Pump.fun: o lançamento que virou entretenimento (e a conta que vem junto)
Tem uma verdade desconfortável no marketing de qualquer produto: o momento mais empolgante de uma marca é o lançamento. O dia do anúncio. O hype da espera. Depois disso, vem o trabalho chato de reter, entregar, sustentar. A Pump.fun olhou p
Resumo
A Pump.fun pegou a coisa mais chata e cara do cripto, lançar um token, e transformou em diversão de 30 segundos. Qualquer pessoa cria uma moeda em três cliques, de graça, sem presale e sem código. O resultado: mais de 6 milhões de tokens lançados até janeiro de 2025, e dias com quase 30 mil lançamentos num único dia (T
Continue por dentro
Um estudo denso por quinzena, direto no seu email.
Os bastidores de por que tokens e projetos crescem. Sem ruido, sem spam.
- A Pump.fun pegou a coisa mais chata e cara do cripto, lançar um token, e transformou em diversão de 30 segundos. Qualquer pessoa cria uma moeda em três cliques, de graça, sem presale e sem código. O resultado: mais de 6 milhões de tokens lançados até janeiro de 2025, e dias com quase 30 mil lançamentos num único dia (The Block). O produto deles não é a moeda. É o ato de lançar.
- O motor é a bonding curve: uma curva de preço automática que sobe conforme as pessoas compram, sem precisar de formador de mercado, sem fila de listagem, sem ninguém pra aprovar. Lançar deixou de ser projeto. Virou aposta. E aposta é entretenimento.
- Os números financeiros são absurdos pro tamanho da equipe: mais de US$ 1 bilhão de receita acumulada (Traders Union), e um ICO do token PUMP que levantou US$ 1,3 bilhão, sendo US$ 600 milhões na venda pública esgotada em 12 minutos (Fortune).
- O asterisco que não dá pra esconder: aproximadamente 1% ou menos dos tokens "gradua" (Cointelegraph via TradingView). Os outros 99% morrem. Boa parte vira rug pull (golpe onde o criador some com o dinheiro). A máquina de entretenimento também é uma máquina de perda, e a Pump.fun fatura nos dois lados.
- O lado mais sombrio veio nas livestreams: gente ameaçando atirar em animais e em si mesma pra bombar o preço da própria moeda (Wikipedia). E processos que acusam a plataforma de ser um cassino ilegal disfarçado de criação de memecoin (Cryptonews). Genialidade de produto e custo social moram no mesmo endereço.
O case que transforma "lançar" no próprio produto
Tem uma verdade desconfortável no marketing de qualquer produto: o momento mais empolgante de uma marca é o lançamento. O dia do anúncio. O hype da espera. Depois disso, vem o trabalho chato de reter, entregar, sustentar. A Pump.fun olhou pra essa curva de empolgação e fez a pergunta que ninguém tinha feito: e se o produto fosse só o lançamento? E se a gente vendesse o momento do hype, repetido infinitas vezes, sem a parte chata?
É exatamente isso que a plataforma é. Não é uma exchange. Não é um projeto de token. É uma fábrica de lançamentos. Você abre o site, escreve um nome, sobe uma imagem, e em segundos sua memecoin está viva, negociável, com gráfico subindo e descendo. Sem contrato pra escrever, sem auditoria, sem advogado, sem rodada de investimento. O ato de lançar, que antes custava meses e dezenas de milhares de dólares, virou um gesto tão barato quanto postar um story.

A Pump.fun foi lançada em 19 de janeiro de 2024 por três ex-traders de memecoin: Noah Tweedale, Alon Cohen e Dylan Kerler (Wikipedia). A motivação declarada deles era até nobre: eles estavam cansados de rug pulls, de presales manipuladas, de insiders que recebiam token barato e despejavam no varejo. A ideia era padronizar o lançamento de forma que ninguém tivesse vantagem inicial. Todo mundo entra na mesma curva, no mesmo preço, ao mesmo tempo. Fair launch (lançamento justo) virou o argumento de marketing.
A ironia é que essa mesma mecânica "justa" abriu a porteira pra escala industrial de especulação. Quando lançar é grátis e instantâneo, lança-se de tudo. E aí o case de marketing fica fascinante e perturbador ao mesmo tempo. Vale destrinchar peça por peça, com os asteriscos marcados um a um.
Os números que definem a escala
Antes da história, a foto. Seis números que mostram o tamanho e a contradição da máquina.
| O número | O que significa |
|---|---|
| 6+ milhões de tokens | Lançados na plataforma até janeiro de 2025. Dias de pico com quase 30 mil lançamentos num único dia (The Block). |
| ~1% ou menos "gradua" | A fração de tokens que chega ao mercado cap de US$ 90 mil e migra pra um DEX. Em janelas de 2025, frequências de graduação na casa de 0,6% a 1,4% (Cointelegraph). Os outros 99% morrem. |
| US$ 1,3 bilhão no ICO | A venda do token PUMP em julho de 2025. US$ 600 mi na venda pública (esgotada em 12 minutos) e US$ 720 mi na privada (Fortune). Terceiro maior ICO da história, atrás só de EOS e TON. |
| US$ 1+ bilhão de receita | Receita acumulada da plataforma desde o início (Traders Union). US$ 321 mi no primeiro ano, US$ 664 mi em 2025. |
| ~75% a 80% de market share | Em janelas de alta, a fatia de tokens "graduados" de launchpad na Solana que saíram da Pump.fun (Cointelegraph). |
| US$ 350+ milhões pra criadores | O total pago a criadores desde que a plataforma lançou o revenue share, redistribuindo parte das taxas pra quem cria as moedas (Yahoo Finance). |
A jogada em fases
Antes de destrinchar a mecânica, vale ver a linha do tempo. Ela mostra que nada disso foi acaso. Cada fase preparou a seguinte.
- Jan/2024: lançamento na Solana. A escolha da chain importa: Solana é rápida e barata, então lançar e negociar token custa centavos. Sem isso, a fábrica de lançamento não escala. A infraestrutura barata foi a pré-condição do volume.
- 2024: explosão de adoção. A Pump.fun pega carona no ciclo de memecoin da Solana e vira o lugar default pra lançar. O produto se beneficia de um mercado já aquecido, mas é o atrito zero que captura a onda em vez de apenas surfar nela.
- Nov/2024: o caos das livestreams força a primeira suspensão indefinida do recurso. A plataforma descobre, na marca, o limite do "gamificar atenção sem freio".
- Jan/2025: marca de mais de 6 milhões de tokens lançados. Em paralelo, começam as ações coletivas acusando a plataforma de operar mercado de valores não registrados e cassino disfarçado.
- Abr/2025: religam as livestreams com moderação mais dura. Os incidentes voltam meses depois mesmo assim.
- Jul/2025: o ICO do PUMP levanta US$ 1,3 bilhão. A casa de aposta vende ações de si mesma e vira, ela própria, o maior ativo especulativo da plataforma.
- Abr/2026: a empresa abandona o modelo "queimar 100% da receita", queima 36% do supply de uma vez e trava 50% da receita em recompra contínua. Reconhecimento público de que o modelo anterior não sustentou o preço.
A mecânica: por que "lançar" vicia
Esta é a parte que interessa pra quem faz marketing. A Pump.fun não vendeu um produto melhor. Vendeu uma experiência mais rápida, mais barata e mais divertida de fazer algo que sempre foi lento, caro e sério. Vou nomear as quatro jogadas que carregam o case.
Jogada 1: a bonding curve removeu todo o atrito
O coração técnico da Pump.fun é a bonding curve, uma curva de preço programada num contrato. Funciona assim: o preço do token sobe automaticamente conforme as pessoas compram, seguindo uma fórmula matemática fixa. Quem compra cedo, paga menos. Quem compra depois, paga mais. Não precisa de formador de mercado pra dar liquidez, não precisa de exchange pra listar, não precisa de ninguém pra aprovar nada.
Quando o token acumula um valor de mercado de cerca de US$ 90 mil, ele "gradua": a liquidez (na casa de US$ 12 mil) migra automaticamente pra um DEX como o Raydium ou o PumpSwap, e a moeda passa a ser negociada no mercado aberto (Smithii). Graduar é a linha de chegada. É o momento em que a brincadeira vira mercado de verdade.
O detalhe de marketing: ao remover formador de mercado, listagem e burocracia, a Pump.fun não baixou o custo de lançar. Ela zerou. E quando o custo de tentar é zero, a quantidade de tentativas explode. Foi exatamente isso que aconteceu. Milhões de tentativas. A plataforma não precisa que cada token dê certo. Ela precisa de volume de tentativa. E volume de tentativa é o que ela criou em escala industrial.
Jogada 2: o lançamento como conteúdo, não como evento
No modelo antigo, o lançamento de um token era um evento único, planejado, com data marcada e campanha. Na Pump.fun, o lançamento é conteúdo contínuo. A cada segundo, dezenas de moedas nascem. O feed da plataforma é um fluxo infinito de novas apostas, novos nomes, novos gráficos começando do zero.
Isso transforma a relação do usuário com a plataforma. Não se entra na Pump.fun pra "comprar um token". Entra-se pra rolar o feed, ver o que está nascendo, pegar a próxima onda antes dos outros. É a mesma mecânica de scroll viciante do TikTok, aplicada a especulação financeira. O produto não é a moeda. É o ato compulsivo de procurar a próxima.
E aqui mora a sacada que separa a Pump.fun de uma exchange comum: ela não compete por atenção com outros apps de cripto. Compete com entretenimento. O concorrente real não é a Binance. É o cassino, o app de aposta esportiva, o feed de vídeo curto. A Pump.fun entendeu que estava no negócio de dopamina, não no de finanças.
Jogada 3: as livestreams (onde a genialidade vira problema)
Pra acelerar o hype de cada moeda, a Pump.fun adicionou livestreams: o criador podia transmitir ao vivo enquanto promovia o próprio token. Em tese, brilhante. Dá rosto à aposta, cria narrativa em tempo real, vira espetáculo. Na prática, foi onde o case mostrou seu pior lado.
Em poucas semanas, criadores começaram a usar a transmissão como chantagem emocional pra bombar o preço. Um usuário ameaçou atirar num peixinho dourado. Outro transmitia a si mesmo atirando pela janela toda vez que a moeda subia. Houve ameaças de violência, abuso de animais e automutilação, tudo ao vivo, tudo pra mover o gráfico (Wikipedia). A plataforma suspendeu as livestreams por tempo indefinido em novembro de 2024, "até a infraestrutura de moderação estar pronta".
Religaram o recurso em abril de 2025 com regras de moderação mais duras (CryptoSlate). E mesmo assim os incidentes voltaram, com encenações e discurso de ódio reaparecendo em setembro de 2025 (DL News).

Jogada 4: o token PUMP que vendeu a casa de aposta
Em julho de 2025, a Pump.fun fez o movimento que faltava: lançou o próprio token, o PUMP, e levantou US$ 1,3 bilhão no processo. A venda pública de US$ 600 milhões esgotou em 12 minutos (Fortune). Foram 125 bilhões de tokens, 12,5% do supply, vendidos a US$ 0,004 cada. Em tamanho de ICO, ficou atrás apenas do EOS (US$ 4,1 bi) e do TON (US$ 1,7 bi).

O cofundador Alon Cohen cravou o recado: "a gente acredita totalmente que isso prepara o terreno pra uma nova era de ICOs." E a empresa garantiu que investidores público e privado receberam os mesmos termos financeiros, mantendo a estética de fair launch até na venda do próprio token.
Mas o que sustenta o PUMP depois do hype? Aqui o case fica mais frágil e mais honesto. A plataforma criou um programa de recompra: por um ano, 50% da receita líquida vira recompra de PUMP no mercado aberto, com queima imediata, e os outros 50% ficam pra operação (CoinDesk). Em abril de 2026, a empresa chegou a queimar cerca de 36% do supply circulante, o equivalente a aproximadamente US$ 370 milhões em tokens.

O problema: antes desse modelo, a Pump.fun gastou meses usando praticamente 100% da receita em recompra e queima, e o preço do token não respondeu. A própria CoinDesk noticiou a mudança de política como reconhecimento de que o modelo "queimar tudo" falhou em sustentar o preço. A BeInCrypto foi mais direta: gastou US$ 350 milhões em recompra e não teve nada pra mostrar (BeInCrypto). Receita gigante não se traduziu automaticamente em valorização do token. É o asterisco financeiro que toda a euforia de ICO tende a esconder.
O furo: a fábrica de entretenimento também é fábrica de perda
Marketing honesto mostra o asterisco. E o da Pump.fun é grande, estrutural e impossível de separar do brilhantismo do produto.
A matemática da plataforma exige que a maioria perca. Volte ao número que carrega o case: aproximadamente 1% ou menos dos tokens gradua. Em janelas específicas de 2025, frequências de graduação de 0,63% num intervalo onde foram criados mais de 655 mil tokens, com apenas cerca de 4.300 chegando ao ponto de graduação (dados citados pela MEXC). Os outros mais de 650 mil viraram pó. A plataforma cobra uma taxa de swap de 1% em toda negociação. Ela ganha na compra e na venda, no token que sobe e no que despenca. O modelo de negócio é indiferente ao resultado do usuário. Quanto mais gente tenta e perde, mais a casa fatura.
Os rugs são parte do sistema, não um bug. Quando lançar custa zero e não exige identificação, o golpe vira modalidade. O criador lança, infla o hype, vende a própria posição no topo e some, deixando os compradores tardios com um gráfico morto. A Pump.fun nasceu, segundo os próprios fundadores, pra reduzir rug pulls. Na prática, ela industrializou a infraestrutura que torna o rug trivial de executar em escala.
Os processos colocam a palavra "cassino" na mesa. A plataforma enfrenta ações coletivas pesadas. Uma delas, de US$ 5,5 bilhões, acusa a Pump.fun de operar um cassino sem licença (Cryptonews).

O dano reputacional respinga no cripto inteiro. Cada livestream com violência, cada rug que vira manchete, cada gráfico que zera reforça a narrativa de que cripto é só cassino. A Pump.fun gerou bilhões e, ao mesmo tempo, entregou de bandeja a munição que os críticos do setor usam pra dizer que nada ali tem valor real. O custo de marca não é da Pump.fun apenas. É de todo o mercado.
E o asterisco mais importante de todos, pra não vender ilusão: a engenharia de produto é genuinamente brilhante. Remover atrito, gamificar o lançamento, transformar especulação em entretenimento de scroll infinito, isso é trabalho de growth de altíssimo nível. O problema não é a competência. É que a mesma competência, aplicada a um sistema sem freio ético, produz dano social em escala. As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Quem só elogia o produto é fanboy. Quem só condena ignora a aula de growth que está ali.
O que dá pra aprender (sem precisar virar cassino)
Tirando o ruído, o case ensina coisas que valem pra qualquer produto, inclusive longe do cripto.
- Atrito é o inimigo número um da adoção. A Pump.fun cresceu porque zerou o custo de tentar. A pergunta que todo produto deveria fazer: quanto tempo, dinheiro e medo separam o usuário do primeiro "sim"? Cada segundo e cada formulário a menos multiplica a quantidade de tentativas.
- O lançamento pode ser o produto, não só o anúncio do produto. A empolgação mora no começo. Quem consegue empacotar e repetir o momento de hype tem um motor de atenção que não depende de retenção. (Mas atenção: sem retenção, vira churn industrial, exatamente como os 99% que morrem.)
- Você compete com entretenimento, não com a sua categoria. A Pump.fun não disputa com exchanges. Disputa com TikTok, aposta esportiva, qualquer coisa que ocupe a mesma janela de dopamina. Saber contra quem você realmente compete muda a forma de desenhar o produto.
- Gamificar atenção sem limite seleciona o pior comportamento. As livestreams provam: quando você premia quem chocar mais, o sistema otimiza pra extremo. Todo programa de incentivo precisa de freio, ou ele produz o resultado que você não pediu mas desenhou.
- Receita não é valorização. O PUMP mostra que faturar mais de US$ 1 bilhão não garante que o token suba. Buyback não é mágica. Quando o ativo não tem utilidade ou demanda real além da especulação, nem recompra bilionária segura o preço.
O que a Kaleidos tira disso
- Atrito é a alavanca de growth mais subestimada. Antes de discutir mídia paga, a gente audita quantos segundos e quantas decisões separam o usuário do primeiro valor. A Pump.fun não ganhou por ser melhor. Ganhou por ser instantânea. Esse princípio vale pra qualquer funil, cripto ou não.
- Genialidade de produto não absolve o custo social. A Pump.fun é uma aula de engenharia de atenção e, ao mesmo tempo, um alerta sobre o que acontece quando incentivo não tem freio. Pra projetos cripto sérios no Brasil, a leitura útil é a do mecanismo, não a da estética de cassino. Copiar a redução de atrito sim. Copiar a ausência de responsabilidade não.
- Honestidade sobre a matemática é o diferencial. A maioria das análises celebra o bilhão de receita e esconde o 1% que gradua. A leitura que entrega valor é a que coloca os dois lados na mesa. É exatamente esse rigor que a gente aplica quando avalia tese de growth de qualquer projeto.
Fontes
- Wikipedia (fundação, fundadores, livestreams, fair launch): https://en.wikipedia.org/wiki/Pump.fun
- Fortune (ICO de US$ 1,3 bi, US$ 600 mi em 12 minutos): https://fortune.com/crypto/2025/07/18/pump-fun-memecoin-raise-ico-era-600-million-1-3-billion/
- Traders Union (US$ 1 bi+ de receita acumulada): https://tradersunion.com/news/cryptocurrency-news/show/1674900-pump-fun-surpasses/
- Cointelegraph via TradingView (market share, taxa de graduação): https://www.tradingview.com/news/cointelegraph:9c3a24b10094b:0-how-pump-fun-captured-80-of-solana-memecoins-and-can-it-last/
- MEXC (frequência de graduação, 655 mil tokens criados): https://www.mexc.com/news/586607
- The Block (overhaul de fees, ~30 mil lançamentos/dia): https://www.theblock.co/post/384975/pump-fun-overhauls-creator-fees-token-launches-highest-daily-september
- Yahoo Finance (US$ 350 mi+ pagos a criadores): https://finance.yahoo.com/markets/crypto/articles/pump-fun-paid-creators-over-100215083.html
- CoinDesk (queima de 36% do supply, modelo de buyback 50%): https://www.coindesk.com/markets/2026/04/29/pump-fun-burns-36-of-pump-supply-in-usd370-million-wipe-locks-50-revenue-into-ongoing-buybacks
- BeInCrypto (US$ 350 mi em buyback sem resultado): https://beincrypto.com/pump-fun-350m-buyback-pump-token/
- DL News (livestreams revividas, caos recorrente): https://www.dlnews.com/articles/defi/pump-fun-revives-livestreams-after-chaos-cratering-volume/
- CryptoSlate (religar streaming com moderação): https://cryptoslate.com/pumpfun-fully-restores-streaming-feature-with-stricter-moderation-policy/
- Smithii (mecânica de graduação, US$ 90 mil): https://smithii.io/en/graduate-token-pump-fun/
- Cryptonews (ação coletiva de US$ 5,5 bi, "cassino sem licença"): https://cryptonews.com/news/pump-fun-accused-of-running-unlicensed-casino-in-5-5b-class-action-lawsuit/
Gostou deste estudo?
A Kaleidos faz isso pelo seu projeto cripto.
Somos a agência cripto-nativa do Brasil. Estratégia, conteúdo e growth do jeito de quem entende o mercado on-chain. Fale com a gente e vamos construir atenção juntos.